sexta-feira, 27 de junho de 2008
Gato escondido... com "rabo" de fora!
Diz-me com quem andas…dir-te-ei se vou contigo!
Antes a coisa não me preocupava…e hoje continua sem me preocupar mas a bem da verdade começo a dar-lhe alguma importância…
Os amigos dos amigos dos amigos… não conhecem ninguém de lado nenhum e passam o tempo a lamentarem-se. Já não se pode usufruir dos amigos sem moléstias?! Só assim em tons de calmo, a saborear a companhia, a paisagem e a bebida?!
É que não há pachorra!
Os amigos dos amigos dos amigos… não conhecem ninguém de lado nenhum e passam o tempo a lamentarem-se. Já não se pode usufruir dos amigos sem moléstias?! Só assim em tons de calmo, a saborear a companhia, a paisagem e a bebida?!
É que não há pachorra!
Fui visitar a minha tia a Marrocos, hip hop...
Lembro-me desta música sempre que me refiro a Marrocos…ouvia-a na infância!
Bom, aqui estou…não fui trocada por camelos nem por nada… os meus amigos dizem que me devolveriam logo de seguida…
Não dá para escrever muita coisa sobre Marraquexe ou Marrocos porque muita coisa haveria para dizer. Mais do que ler, aconselho-vos a ir lá e sentir… vale tudo, vale muito…pelo menos para mim que gosto de sentir outras culturas, de “andar lá no meio”… foram coisas diferentes de qualquer cidade que conheci até hoje.
Quem já lá tinha ido dizia-me que eu ia adorar e descrevia a cidade tão bem que quase pensei que já a reconheceria quando chegasse… Pois não é que não foi nada disso?! Não tem nada a ver com ver fotografias ou ler guias turísticos, não é a mesma coisa que ver uma foto do Parque Guell ou da Torre Eiffel… ali, só faz sentido se se sentir, ali para se conhecer verdadeiramente tem que se sentir, sentir tudo: os cheiros, os sons, o calor…
Esqueçam-se padrões de higiene, organização, civismo…é um teste à nossa capacidade de “sobrevivência” a uma cidade suja, com elevados índices de poluição, a uma cidade que se torna cansativa se passarmos “mais dias do que a conta”…
Eu adorei e faço intenções de lá voltar… Marrocos ainda tem muito para se mostrar!
Por aqui ficam uma pequena amostra do que estes olhos viram… as peripécias da viagem ficam para outras núpcias, para uma daquelas noites de copo na mão!









Bom, aqui estou…não fui trocada por camelos nem por nada… os meus amigos dizem que me devolveriam logo de seguida…
Não dá para escrever muita coisa sobre Marraquexe ou Marrocos porque muita coisa haveria para dizer. Mais do que ler, aconselho-vos a ir lá e sentir… vale tudo, vale muito…pelo menos para mim que gosto de sentir outras culturas, de “andar lá no meio”… foram coisas diferentes de qualquer cidade que conheci até hoje.
Quem já lá tinha ido dizia-me que eu ia adorar e descrevia a cidade tão bem que quase pensei que já a reconheceria quando chegasse… Pois não é que não foi nada disso?! Não tem nada a ver com ver fotografias ou ler guias turísticos, não é a mesma coisa que ver uma foto do Parque Guell ou da Torre Eiffel… ali, só faz sentido se se sentir, ali para se conhecer verdadeiramente tem que se sentir, sentir tudo: os cheiros, os sons, o calor…
Esqueçam-se padrões de higiene, organização, civismo…é um teste à nossa capacidade de “sobrevivência” a uma cidade suja, com elevados índices de poluição, a uma cidade que se torna cansativa se passarmos “mais dias do que a conta”…
Eu adorei e faço intenções de lá voltar… Marrocos ainda tem muito para se mostrar!
Por aqui ficam uma pequena amostra do que estes olhos viram… as peripécias da viagem ficam para outras núpcias, para uma daquelas noites de copo na mão!
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Vou pregar para outra freguesia!!
Caríssimos leitores :)) (parece as respostas do correio da revista Maria)
Vou ter que vos deixar durante 2 semanitas... coisa pouca... não precisam de ficar tristes...
Caso os sintomas persistam, passem numa farmácia, há antibióticos para esse mal!!
Eu hei-de voltar, espero eu...
Vou ter que vos deixar durante 2 semanitas... coisa pouca... não precisam de ficar tristes...
Caso os sintomas persistam, passem numa farmácia, há antibióticos para esse mal!!
Eu hei-de voltar, espero eu...
sexta-feira, 6 de junho de 2008
CIMRCC já tem blog!
Ora bem a "ssoa" juntou-se a um grupo de amigos, e outros lá de Cabanas, para tentar fazer alguma coisa de engraçado em prol da terra.
Não sei se conseguimos nem o que conseguiremos mas... vamos tentar!
De maneiras que o Centro de Instrução Musical e Recreio de Cabanas do Chão já tem um blog!
O nosso próximo passo é pôr Cabanas no mapa! Não deve custar nada... é só um pontinho ali ao pé da Serra do Montejunto!
;))
Passem por lá http://cimrcc.blogspot.com
Não sei se conseguimos nem o que conseguiremos mas... vamos tentar!
De maneiras que o Centro de Instrução Musical e Recreio de Cabanas do Chão já tem um blog!
O nosso próximo passo é pôr Cabanas no mapa! Não deve custar nada... é só um pontinho ali ao pé da Serra do Montejunto!
;))
Passem por lá http://cimrcc.blogspot.com
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Dia Mundial do Ambiente
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Não, não é cansaço...
Não, não é cansaço...
É uma quantidade de desilusão
Que se me entranha na espécie de pensar.
É um domingo às avessas
Do sentimento,
Um feriado passado no abismo...
Não, cansaço não é...
É eu estar existindo
E também o mundo,
Com tudo aquilo que contém,
Como tudo aquilo que nele se desdobra
E afinal é a mesma coisa variada em cópias iguais.
Álvaro de Campos
É uma quantidade de desilusão
Que se me entranha na espécie de pensar.
É um domingo às avessas
Do sentimento,
Um feriado passado no abismo...
Não, cansaço não é...
É eu estar existindo
E também o mundo,
Com tudo aquilo que contém,
Como tudo aquilo que nele se desdobra
E afinal é a mesma coisa variada em cópias iguais.
Álvaro de Campos
terça-feira, 3 de junho de 2008
O que há em mim é sobretudo cansaço
O que há em mim é sobretudo cansaço
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.
A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto alguém.
Essas coisas todas -
Essas e o que faz falta nelas eternamente -;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.
Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...
E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço.
Íssimo, íssimo. íssimo,
Cansaço...
Álvaro de Campos
Não disto nem daquilo,
Nem sequer de tudo ou de nada:
Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
Cansaço.
A subtileza das sensações inúteis,
As paixões violentas por coisa nenhuma,
Os amores intensos por o suposto alguém.
Essas coisas todas -
Essas e o que faz falta nelas eternamente -;
Tudo isso faz um cansaço,
Este cansaço,
Cansaço.
Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...
E o resultado?
Para eles a vida vivida ou sonhada,
Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço.
Íssimo, íssimo. íssimo,
Cansaço...
Álvaro de Campos
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Agora é tudo culpa da gasolina!
A propósito de combustível e dos aumentos e da Galp e do raio que parta este país, trocava uns mails com um amigo que me pedia um favor só para não ter que gastar dinheiro em gasolina!! Pff…logo ele que, segundo um amigo nosso, há uma meia-dúzia de anos atrás já ganhava 400 contos! (isto é uma piada “cabanense”) :))
Logo no dia em que o rapazinho foi pagar o imposto de selo do carro e desembolsou uma pipa de massa… Sugeri que tivesse um carro, como o meu, movido a Red Bull… ele respondeu que a “carripana” dele é movida a Dom Perignon…
“Fino”! Há-de querer ovos que eu ponha…
Logo no dia em que o rapazinho foi pagar o imposto de selo do carro e desembolsou uma pipa de massa… Sugeri que tivesse um carro, como o meu, movido a Red Bull… ele respondeu que a “carripana” dele é movida a Dom Perignon…
“Fino”! Há-de querer ovos que eu ponha…
quarta-feira, 28 de maio de 2008
terça-feira, 27 de maio de 2008
Parabéns!!
Na impossibilidade de o fazer pessoalmente... e just in case de, por acaso, passares por aqui...
;)
;)
sábado, 24 de maio de 2008
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Não me incomoda mas…
Não percebo porque é que as pessoas têm a mania de se despedirem com “Bom feriado” ou “ Bom fim-de-semana prolongado”…. Isto não dá uma trabalheira?!
Como se se importassem com o facto de os outros a quem estão a desejar o que quer que seja, tenham realmente “esse bom qualquer coisa”. Só porque fica bem? Só porque dão o ar de que são bem educadas?! Pelo amor de Deus…
É como quando saudamos alguém com quem nos cruzamos na rua e dizemos: “Olá, tudo bem?”. Nem nós queremos saber se está bem nem a outra pessoa vai responder outra coisa que não “Está tudo e contigo?”. E nesta altura já estamos suficientemente afastados para não ouvir a resposta um do outro.
Foi uma amiga minha espanhola que, numa das suas estadias @Lx, me perguntou porque é que nós perguntávamos uns aos outros se estávamos bem se nem ficávamos tempo suficiente para ouvir a resposta…
Es la verdad…
Eu creio que não tenho muito o hábito de perguntar se “está tudo bem”, sou mais mal educada e digo um simples “olá!” ou “viva!” quando não me interessa verdadeiramente o estado em que está a pessoas…
Quando acompanho o “olá” com “estás bom (boa)?” ou o “viva” com o “bem disposto(a)?” tenho a mania de ficar para ouvir a resposta… Devem pensar que sou totó… que sou…
Da próxima vez que me perguntarem isso ao mesmo tempo que continuam a andar, garanto que agarro no braço da pessoa e a obrigo a ficar para ouvir todos “os males” que tenho a dizer…
Quase que aposto que nunca mais fará a pergunta… pelo menos a mim!
De maneiras que é assim...
Como se se importassem com o facto de os outros a quem estão a desejar o que quer que seja, tenham realmente “esse bom qualquer coisa”. Só porque fica bem? Só porque dão o ar de que são bem educadas?! Pelo amor de Deus…
É como quando saudamos alguém com quem nos cruzamos na rua e dizemos: “Olá, tudo bem?”. Nem nós queremos saber se está bem nem a outra pessoa vai responder outra coisa que não “Está tudo e contigo?”. E nesta altura já estamos suficientemente afastados para não ouvir a resposta um do outro.
Foi uma amiga minha espanhola que, numa das suas estadias @Lx, me perguntou porque é que nós perguntávamos uns aos outros se estávamos bem se nem ficávamos tempo suficiente para ouvir a resposta…
Es la verdad…
Eu creio que não tenho muito o hábito de perguntar se “está tudo bem”, sou mais mal educada e digo um simples “olá!” ou “viva!” quando não me interessa verdadeiramente o estado em que está a pessoas…
Quando acompanho o “olá” com “estás bom (boa)?” ou o “viva” com o “bem disposto(a)?” tenho a mania de ficar para ouvir a resposta… Devem pensar que sou totó… que sou…
Da próxima vez que me perguntarem isso ao mesmo tempo que continuam a andar, garanto que agarro no braço da pessoa e a obrigo a ficar para ouvir todos “os males” que tenho a dizer…
Quase que aposto que nunca mais fará a pergunta… pelo menos a mim!
De maneiras que é assim...
quarta-feira, 21 de maio de 2008
terça-feira, 20 de maio de 2008
Seguro… directo!
Para aqueles que gostam das minhas “historinhas”, tenho uma que me fez rir às gargalhadas! Claro que não é a mesma coisa que contar pessoalmente mas… resolvi partilhar até mesmo com os que “não gostam das minhas historinhas”!!
Na tentativa de saber/fazer uma simulação para um seguro de uma moto, acedi a um site de uma seguradora. Tinha a hipótese de comunicar com eles através de chat ou pedir para me telefonarem. Optei pela primeira. Confesso que fiquei surpresa quando entrei em chat com um operador, pensei: “que maneira fácil e igualmente rápida de resolver a coisa”. Falei cedo demais! Isto que vos vou mostrar foi o que consegui e esta já era a minha 2ª tentativa...na 1ª vez ainda pensei que alguma coisa se tinha passado com a net:


5m depois...



Aqui houve outra mensagem mas perdi-a... Perguntava-lhe se ela tinha ido tomar café e dava-lhe conta que estava perdida de riso...

E foi ela quem saiu do chat LOL
Devia estar a achar uma seca a conversa! :))
Na tentativa de saber/fazer uma simulação para um seguro de uma moto, acedi a um site de uma seguradora. Tinha a hipótese de comunicar com eles através de chat ou pedir para me telefonarem. Optei pela primeira. Confesso que fiquei surpresa quando entrei em chat com um operador, pensei: “que maneira fácil e igualmente rápida de resolver a coisa”. Falei cedo demais! Isto que vos vou mostrar foi o que consegui e esta já era a minha 2ª tentativa...na 1ª vez ainda pensei que alguma coisa se tinha passado com a net:


5m depois...



Aqui houve outra mensagem mas perdi-a... Perguntava-lhe se ela tinha ido tomar café e dava-lhe conta que estava perdida de riso...

E foi ela quem saiu do chat LOL
Devia estar a achar uma seca a conversa! :))
Garrafas de água

Há semanas que me enchem a caixa de correio electrónica com os mails que referem o mal que faz ter garrafas de água no carro e blá blá blá…
Eu não levo essas coisas muito a “peito” mas a verdade é malta tem sido persistente: “Estás a ver Cláudia Antunes?!”, como se quisessem insinuar alguma coisa com as poucas garrafitas que proliferam no interior da minha “farronca”…
Eu costumo responder-lhes dizendo que é sinal que bebo água… o que até nem corresponde à verdade. Sou uma autêntica camela!!
Vai daí que resolvi retirar as garrafas todas e, de facto, fiquei espantada com a quantidade!
Então não é que num deste fds’s em Cabanas, enquanto me deslocava de carro com o meu sobrinho e depois deste se ter “enfiado” debaixo de um banco para apanhar um brinquedo, diz-me ele: “Oh titi, porque é que tens tantas garrafas de água debaixo dos bancos?!”
Ora eu que pensava que já me tinha livrado da coisa… ainda tinha mais umas quantas ali debaixo….
De maneiras que é assim…
sábado, 17 de maio de 2008
Desejos…
Há 1h atrás disseram-me que podia pedir um desejo que ele se realizaria…
Pedi que a p*#”* da nave que me deixou neste planeta de loucos, aterrasse e me levasse de volta…
Até agora, continuo à espera!!
Pedi que a p*#”* da nave que me deixou neste planeta de loucos, aterrasse e me levasse de volta…
Até agora, continuo à espera!!
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Feira do Livro
Olha, agora diz que se calhar não há Feira do Livro...
Era o que mais faltava... espero eu!
Era o que mais faltava... espero eu!
quinta-feira, 15 de maio de 2008
LeYa… à velocidade da luz
Ontem li no jornal que a LeYa acabou de firmar a compra da Oficina do Livro…
Ohhh…
Fiquei triste… não sei porquê mas fiquei… gosto tanto da Oficina, tenho um carinho especial por ela (se é que isso é sentimento para se ter para com uma editora)… não que não goste da LeYa mas… gostava mais da Oficina per si.
Ohhh…
Fiquei triste… não sei porquê mas fiquei… gosto tanto da Oficina, tenho um carinho especial por ela (se é que isso é sentimento para se ter para com uma editora)… não que não goste da LeYa mas… gostava mais da Oficina per si.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
13 Maio
Pois, hoje é dia de Nossa Senhora…
O que eu não sabia que é que os bairros de Lisboa organizavam procissões de velas na noite de 12 para 13.
Ontem, quando saía a pé de casa para ir visitar umas amigas que moram ali perto, fui apanhada no meio de uma dessas procissões. Claro que parei e, em silêncio, prestei-lhe a devida homenagem.
Pensei que isto só acontecia nas terrinhas, como a minha por exemplo.
De certeza que ontem, em Cabanas, toda a gente saiu à rua para percorrer as ruas e fazer o mesmo.
Achei curioso o facto de, no meu bairro, serem as mulheres quem carregava o andor com a Santa… é que lá em Cabanas são os homens que costumam fazer este papel…
Cantavam uma música, cujo nome não me recordo mas que conheço perfeitamente, que me deixou emocionada, confesso…
P.S.- Escusam de estar a "olhar assim para mim"... Já disse que eu sou mais do que aquilo que veem... LOL... seja isso bom ou mau!!:)
Palhaços! ;)
O que eu não sabia que é que os bairros de Lisboa organizavam procissões de velas na noite de 12 para 13.
Ontem, quando saía a pé de casa para ir visitar umas amigas que moram ali perto, fui apanhada no meio de uma dessas procissões. Claro que parei e, em silêncio, prestei-lhe a devida homenagem.
Pensei que isto só acontecia nas terrinhas, como a minha por exemplo.
De certeza que ontem, em Cabanas, toda a gente saiu à rua para percorrer as ruas e fazer o mesmo.
Achei curioso o facto de, no meu bairro, serem as mulheres quem carregava o andor com a Santa… é que lá em Cabanas são os homens que costumam fazer este papel…
Cantavam uma música, cujo nome não me recordo mas que conheço perfeitamente, que me deixou emocionada, confesso…
P.S.- Escusam de estar a "olhar assim para mim"... Já disse que eu sou mais do que aquilo que veem... LOL... seja isso bom ou mau!!:)
Palhaços! ;)
terça-feira, 13 de maio de 2008
Dublin Air

Finalmente fui “dublinar” ou apanhar com o “Dublin Air”. Eu preciso sempre , e faz-me bem, de um novo ar para me renovar. Talvez tivesse pensado que o ar da cidade do Jameson me pudesse embriagar...
Não estava à espera de nada em especial e de tudo em particular.
De um país cheio de sol e temperaturas fantásticas depressa se chega a uma chuvinha e ao fresquinho! Mas foi por pouco tempo, o sol esteve sempre presente embora umas vezes mais presente que outras. Tenho para mim que eles também não precisam do sol para (quase) nada. Aquela gente está quase sempre de manga curta e até mesmo de alças! E espantem-se quando a alça, a mini-saia ou o “mini-vestido” é a coisa que predomina na noite dublinense.
A princípio estranha-se depois deixa-se de estranhar mas não se chega a entranhar!
É uma cidade pequena, engraçada mas pouco interessante para capital. Tem muita luz, prédios de poucos andares, um rio que a atravessa, parques para passear, muitas lojas e muitos mais bares. A comida é péssima mas a bebida enche-lhes, literalmente, as medidas. Vemo-los a comer “fish and chips” (peixe com batatas fritas) e mais numerosos a beber “one pint” no fim do dia de trabalho. Eu que gosto de “em Roma ser romana” achei-lhes piada neste ponto. Não deixa de ser saudável que todos se reúnam num pub imediatamente a seguir a saírem dos seus trabalhos até porque as esplanadas estão protegidas contra o frio (com uma tela de 50cm de altura) e promovem a Guiness acompanhada com o cigarro. E aqui não percebi muito bem o que distingue a tarde da noite porque... à noite eles continuam lá, num bar barulhento, numa confusão de cerveja e whisky.
Mas um dia é suficiente, a partir daqui é zarpar para fora. A ponta exactamente oposta a Dublin é muitíssimo bonita: Galway. Tem mar, tem campo, tem as famosas ovelhinhas pretas e brancas e depois tem o gaélico. Qualquer coisa de imperceptível mas que acompanha qualquer inscrição em inglês.
Irlandeses simpáticos não se encontram mas antipáticos também não, são frios como o tempo! Valeu o calor dos “meus” portugueses.
A não perder também Keleney que poderá ter um misto de Cascais com Sintra. Um sítio onde todos gostaríamos de ter uma casa mas só alguns como Bono Vox ou até mesmo o Bob Geldof, entre outros, têm esse prazer.
Em Dublin, os “números” são diferentes, são “maiores”... é fantástico o número de euros que pedem pela renda de uma casa (1400), por uma sandes (16), por uma hora no parque de estacionamento (3), por uma “pint” (6,5) ou até mesmo por uma garrafa de Jameson (38). São números simpáticos mas... rendi-me aos do Penneys!!
De maneiras que é assim...
Curiosidades Dublinenses
sábado, 10 de maio de 2008
Atípico... ou não!

Isto hoje não foi mesmo um dia anormal…
Parecem estar todos doidos e com o cérebro parado ou, diria mesmo, sem funcionar!
O dia foi para lá de horroroso, tudo para fazer ao mesmo tempo e tudo para ontem… de repente quando a coisa estava, supostamente, a caminhar para o fim, “o mundo desabou”.
O biggest tem um acidente brutal, o big teve que o substituir e o bosszinho teve que regressar à base de onde tinha batido as asas em grande voo pelas 16h.
De maneiras que o caos já estava instalado por causa de prazos, prazinhos e prazões e veio instalar-se definitivamente.
Eu, e a minha sorte, por cá ficamos também. Só que eu e a minha sorte não deambulamos pelos corredores sem ter nada para fazer, eu e a minha sorte não vamos comer fora a meio da tarde nem a meio da manhã e nem “perdemos” muito tempo nisso, eu e a minha sorte sentamo-nos no gabinete e trabalhamos que nem umas “mouras”. Por isso, eu e a minha sorte estamos naturalmente cansadas quando são 22h e a estas horas é natural que esteja farta de tudo e todos, que já não os possa ver à frente…tão naturalmente cansadas que eu até a ela (minha sorte) já estou cansada de carregar!
Cansa um bocadinho marcar coisas e ter que as desmarcar ou alterar para mais tarde, cansa ainda mais quando é sexta-feira e cansa a triplicar porque alguém da “cadeia” andou a arrastar-se. Mas cansa-me mais a mim, que sou sempre o início ou o fim dela… comece por onde começar, eu estou sempre na recta final… e eu que até tenho a mania de despachar trabalho, fico sempre pendurada, à espera do que está antes de mim e do outro e do outro e e e….
Bom, mas eu e a minha sorte, trabalhamos no coração do BA e raios me partam se hoje não vou lá dar dois dedos de conversa, beber um Jameson e fumar um cigarro em tons de descontraída…
Raios me partam….
quinta-feira, 8 de maio de 2008
É FATAL!

Festival
Anual
Teatro
Académico
Lisboa
Está de novo em cena o FATAL.
Para quem gosta de teatro, mesmo que amador, passe por lá. Vai seguramente encontrar agradáveis surpresas. Para começar, o preço é bem agradável: €5 na “pior” das hipóteses.
Eu recomendo vivamente. Também é verdade que é um festival que me é caro.
Em 1999 data o 1º FATAL do qual eu, orgulhosamente, fiz parte com uma peça do ARTEC (Talvez Pessoa) e encenado pelo Marcantónio Del Carlo. Fiquei fã deste festival, pelo teatro e pela iniciativa que cada vez está mais consistente e pela qualidade dos intervenientes.
http://www.fatal.ul.pt/
http://www.fatal2008.ul.pt/
Sem papas na língua…
Bob Geldof… se já antes era um nome conhecido, nos últimos dias “fez-se conhecer” ainda mais!
Então não é que o Sr. veio dizer que Angola era governada por criminosos??!! Mas que mentiroso que ele me saiu… é que não são só criminosos… e os corruptos?! E o resto da escumalha?!
O engraçado é que o BES, uma das instituições que organizou o evento onde Geldof esteve presente, veio logo criticá-lo tentando não manchar a imagem para poder continuar com o business em Angola. Para bom entendedor, meia palavra basta, certo?
Já o Jornal de Angola acusou Geldof de "malcriado" e de "espertalhaço". Ao mesmo tempo, deixou um recado: "O BES tem que ver quem convida para falar de desenvolvimento" – e acrescentou, com ironia: "Pelos vistos, a sua administração [do BES] gosta de lidar com criminosos". E sobre Bob Geldof, mas tendo como alvo o BES, concluiu: "Bob fez mesmo a diferença e comportou-se como os seus contratadores queriam".
Quase que me atrevia a dizer que, em África, “a coisa tá preta” para o BES.
De maneiras que é assim…
Não conhecem a transferência bancária?

Resolvi voltar ao ginásio que tinha deixado, a seu bel-prazer e a regozijar-se da minha ausência, há cerca de um mês atrás. É que tem-me dado uma preguicite…não sei de onde veio mas é bom que passe depressa. Se tivermos em conta que há dias em que me levanto mais cedo para ir ginasticar do que se fosse trabalhar…
Ontem fui pagar a mensalidade da coisa e tive uma agradável surpresa. Afinal diz que pago menos do que achava! É que, ao que parece, pago sempre com multa…por ser fora do prazo estipulado por eles.
Mas isto só acontece porque não têm a modalidade de pagamento por transferência bancária, acham normal?! Quando hoje em dia tudo se faz pagar deste modo, que é simples e rápido e às vezes quase que indolor….que o pagante nem dá conta que está a desembolsar uma pipa de massa para pagar “não-sei-o-quê”.
Claro que já enviei um mail e já telefonei pelo menos uma vez. Mais do que isto já perdi a paciência mas ontem foi o cúmulo!
Ora a pessoa tem que se deslocar fisicamente a um departamento do dito para efectuar o pagamento. Nesse local, dispõem de duas caixas de pagamento e ontem uma delas estava avariada!
Como tenho a chamada “sorte do animal”, o Sr. que estava à minha frente estava a pagar a natação dos filhos, um de cada vez! Tudo muito bem não fosse ele ter QUATRO filhos, QUATRO e para cada um deles o processo é: passa o cartão de acesso ao ginásio, confirma o que quer pagar, passa cartão MB, retira cartão MB, confirma valor, confirma PIN e aguarda recibo.
Pois é…agora imaginem isto a quadruplicar!
Claro que comecei a ficar impaciente mas o Sr. foi muito educado e simpático e virou-se para trás e pediu-me desculpa por ser tão demorado mas tinha QUATRO filhos… e até comentámos o quão cómodo seria, para quem paga e para quem recebe, o pagamento por transferência. Finalmente foi a minha vez de pagar e enquanto esperava e, maquinalmente fazia o processo, já tinha pensado, uma vez que estava ali, deixar mais uma sugestão de pagamento na “caixinha das sugestões” (pese embora as sugestões anteriores tenham caído em saco roto).
Meio mundo atrás de mim “bufafa” e eu só pensava “sorte têm eles… não tenho filhos, só pago uma mensalidade” e rosnavam qualquer coisa também acerca do pagamento por transferência… Não é que quando saio da fila para ir fazer a tal sugestão, o Sr. dos QUATRO filhos estava no fim da fila?! Olhou para mim, esboçou um sorriso e disse: “É que eu e a minha mulher também andamos na natação”.
Gesto simpático e revelador de um grande sentido de civismo, de resto muito em falta nos nossos dias, este de ter um milhão de coisas para pagar mas pagar só meio milhão e voltar para o fim da fila para pagar o restante… assim ninguém empata ninguém.
Fui deixar a minha sugestão a um segurança que fazia uma cara como se estivesse a falar tétum! Se calhar não sabe o que é uma transferência e também “não tenho nenhum papel de sugestões”, dizia.
Saí do edifício e quando abria a porta ouvi um burburinho, olhei para trás e o meio mundo que tinha estado atrás de mim, fazia novamente fila mas desta vez….em frente ao segurança e a reclamar o papel de sugestões!!
Esbocei um sorriso e retomei o meu caminho.
Pode ser que “vozes de burro, acabem por chegar ao ceú!”
De maneiras que é assim…
“Só me apetece é correr”
Depois de um episódio, muito incomodativo e pouco atractivo de se contar, nesta última viagem que fiz, resolvi mudar ligeiramente a minha alimentação. Não sei se resulta, não sei se vou levar isto até ao fim (o que quer que seja o fim), não sei tão-pouco se terei paciência e estômago para isso…mas lá que vou fazer um esforço, isso vou!
Preciso de comer mais legumes e se for possível comer menos, tanto melhor!
Eu que adoooooooro comer e que nunca me coibi de comer o que quer que fosse…
A juntar a isto “adjudiquei” um suplemento ao ginásio…correr…também não sei quanto tempo me dura esta maluqueira mas a última vez que tentei, deixei uma amiga na esplanada a ler na esplanada do parque e passados 7m já me tinha juntado a ela. Diz que nem 3 páginas leu….pff, cá para mim lê devagar é o que é!!
Estou empenhadíssima em ser saudável, não tem nada a ver com as formas físicas nem com o peso que os meus pés carregam…é uma questão de saúde! Logo eu que costumo apregoar o “saudinha é que é preciso!”. A verdade é que me faz mesmo bem, ao corpo e à (i)alma.
Penso muitas vezes naquela publicidade da Nike (era da Nike não era??!!):
Sofres mais quando corres ou quando não sais para correr?
No sítio onde vou correr, há sempre uma série de pessoas a correr pela mata, pela “não-mata”, correm em todas as direcções, são muitos e nunca chocam uns com os outros…
Não fazia ideia que havia tantos malucos como eu!
De maneiras que é assim…
Preciso de comer mais legumes e se for possível comer menos, tanto melhor!
Eu que adoooooooro comer e que nunca me coibi de comer o que quer que fosse…
A juntar a isto “adjudiquei” um suplemento ao ginásio…correr…também não sei quanto tempo me dura esta maluqueira mas a última vez que tentei, deixei uma amiga na esplanada a ler na esplanada do parque e passados 7m já me tinha juntado a ela. Diz que nem 3 páginas leu….pff, cá para mim lê devagar é o que é!!
Estou empenhadíssima em ser saudável, não tem nada a ver com as formas físicas nem com o peso que os meus pés carregam…é uma questão de saúde! Logo eu que costumo apregoar o “saudinha é que é preciso!”. A verdade é que me faz mesmo bem, ao corpo e à (i)alma.
Penso muitas vezes naquela publicidade da Nike (era da Nike não era??!!):
Sofres mais quando corres ou quando não sais para correr?
No sítio onde vou correr, há sempre uma série de pessoas a correr pela mata, pela “não-mata”, correm em todas as direcções, são muitos e nunca chocam uns com os outros…
Não fazia ideia que havia tantos malucos como eu!
De maneiras que é assim…
quarta-feira, 30 de abril de 2008
terça-feira, 29 de abril de 2008
Que “raça” de dia...

A propósito de como correm os dias e essas coisas, há tempos numa conversa animada falava-se da raça do dia como se falássemos da raça de um cão…
Hoje lembrei-me disso, e hoje parece-me que o dia é de raça Rottweiler… é um dia de guarda e de orientação, um dia com o tamanho acima da média, nem pesado nem leve, compacto e robusto.
Dia inteligente, de dedicação ao trabalho, espontâneo e tranquilo, isento de inquietação e nervosismo…
Foi desta que pensaram que enlouqueci certo?!
De maneiras que é assim…
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Out of office

Típico português, apanha uns dias de sol e faz logo como o caracol: “mete os corninhos ao sol”!! Eu, que tenho a mania de ser diferente (mas é só mania!!), não fui diferente. Bom, talvez um bocadinho diferente deles, não de mim…
É verdade que costumo ir para praias despovoadas mas desta vez fui descobrir umas praias novas! Uma delas, mais despovoada ainda. E nãp é que adorei?! Passa a ser a minha praia de eleição, conjuga a natureza e o mar, não se ouve nada, ou melhor, nada de desagradável do género: “Michel, viens ici senão levas uma chapada na cara!” Os vizinhos do lado também não se ouvem até porque cada pessoa que chega à praia tem a delicadeza de se colocar com a distância necessária dos vizinhos para todos terem direito à sua privacidade. E assim se fica até tarde na praia, a ver quem passa, ou não… “Os outros” muito queriam saber o que me apeteceria escrever sobre ela mas… ficamos por aqui. Talvez só me atrevesse a chamar-lhe um nome, pese embora ela tenha um associado… Acho que lhe chamava “Praia da miúdeza”! :)
De maneiras que é assim…
Operação armário II
É a “II” porque já houve a primeira embora não tenha escrito acerca dela…
Mas acho que desta feita, damos por terminada a dita cuja. Entre carrinhas, horas desencontradas, sobe e desce, pára arranca, estaciona não estaciona, “agarra aqui”, “agora põe a mão do outro lado”, entre 3 andares sem elevador, tira cama, põe cama, força daqui força dali, monta e desmonta, o almoço que nunca mais vem, o calor que faz, as moscas que entram e os parafusos que sobram entre outras coisas, finalmente “tá feito, tá morto”!!
“A outra” ainda diz que não há amigos como nós… pudera, achas que mais alguém é parvo??!! :)
Fica aqui o aviso: é bom que pares com essa parvoíce de querer decorar a casa!
Como diria o Ricardo Araújo Pereira, foram uns dias a montar puzzles! Lúdico, não?!
De maneiras que é assim…
Mas acho que desta feita, damos por terminada a dita cuja. Entre carrinhas, horas desencontradas, sobe e desce, pára arranca, estaciona não estaciona, “agarra aqui”, “agora põe a mão do outro lado”, entre 3 andares sem elevador, tira cama, põe cama, força daqui força dali, monta e desmonta, o almoço que nunca mais vem, o calor que faz, as moscas que entram e os parafusos que sobram entre outras coisas, finalmente “tá feito, tá morto”!!
“A outra” ainda diz que não há amigos como nós… pudera, achas que mais alguém é parvo??!! :)
Fica aqui o aviso: é bom que pares com essa parvoíce de querer decorar a casa!
Como diria o Ricardo Araújo Pereira, foram uns dias a montar puzzles! Lúdico, não?!
De maneiras que é assim…
quinta-feira, 24 de abril de 2008
PDI
Já que estou um bocadinho “fora do tempo”… também foi ontem…
Ontem quando me levantei, e enquanto estava a fazer o exercício matinal de me olhar ao espelho, dei por uma “pequena” alteração… então não é que me nasceu um “tufo” de cabelos brancos mesmo na franja?!
De repente tenho um montinho de cabelos brancos mesmo na risca…é que nem dá para disfarçar…
Nosítioondeeutrabalho disseram-me logo: “A Cláudia está diferente hoje”, depois houve uma iluminada que reparou qual era a diferença. Num instante se inventaram coisas: “vai pintar o cabelo ao cabeleireiro da Bica”, “ai eu acho que até lhe fica bem”, “isso até dá charme”, blá blá blá.
Mas qual quê??!!
Eu sei o que é, é da PDI… a pessoa já não vai para nova e as “ralações” dão o ar de sua graça. Ah pois é!
De maneiras que é assim…
Ontem quando me levantei, e enquanto estava a fazer o exercício matinal de me olhar ao espelho, dei por uma “pequena” alteração… então não é que me nasceu um “tufo” de cabelos brancos mesmo na franja?!
De repente tenho um montinho de cabelos brancos mesmo na risca…é que nem dá para disfarçar…
Nosítioondeeutrabalho disseram-me logo: “A Cláudia está diferente hoje”, depois houve uma iluminada que reparou qual era a diferença. Num instante se inventaram coisas: “vai pintar o cabelo ao cabeleireiro da Bica”, “ai eu acho que até lhe fica bem”, “isso até dá charme”, blá blá blá.
Mas qual quê??!!
Eu sei o que é, é da PDI… a pessoa já não vai para nova e as “ralações” dão o ar de sua graça. Ah pois é!
De maneiras que é assim…
Dia Mundial do Livro… foi ontem!
Foi ontem e eu esqueci-me de dizer qualquer coisa acerca…
Também não sei bem o que dizer… só que é o dia dele…
Ninguém deu por isso pois não?! Ou poucos foram os que se lembraram… ou foram lembrados… a verdade é que não houve muita publicidade…
Afinal, como dizia Fernando Pessoa: “Livros são papéis pintados com tinta…”
Estes são os papéis que ando a ler…um está na mesa-de-cabeceira, o outro passeia comigo…
Também não sei bem o que dizer… só que é o dia dele…
Ninguém deu por isso pois não?! Ou poucos foram os que se lembraram… ou foram lembrados… a verdade é que não houve muita publicidade…
Afinal, como dizia Fernando Pessoa: “Livros são papéis pintados com tinta…”
Estes são os papéis que ando a ler…um está na mesa-de-cabeceira, o outro passeia comigo…
terça-feira, 22 de abril de 2008
Federer ganha Estoril Open

Para os que não param de me “chatear”…
Eu sei que o Federer só ganhou porque o Davydenko desistiu no segundo set, mas caramba, ele joga bem!
Quem é que conhecem que consegue fazer um ás com uma bola a 199Km/h??
Ah pois é!
Eu estou quase lá… a última vez que joguei uma partidinha (há 1 mês) estive bem perto disso.. ;)
Mas como eu costumo dizer aos meus amigos de jogo: “eh pa desculpem lá mas estou desconcentrada!”. E se estava! Nessa altura a cabeça a cabeça parecia a bola do Federer!
E ainda hoje continuam a dizer-me isto quando, às vezes, a ssoa não joga bem…
Palhaços!:))
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Só para idiotas… ou não!
Acho fantástico este poster que encontro diariamente nas ruas do Bairro Alto.
“Ajudo idiotas duma parte do mundo a darem-se com idiotas de outro.”
“Ajudo idiotas duma parte do mundo a darem-se com idiotas de outro.”
“Começar de novo”
A propósito do desemprego, ou melhor, do downsizing, ontem a TVI passou um episódio de um “Caso da vida real” com este nome. Pelo que me apercebi, a TVI oferece semanalmente este “remédio” a quem sofra deste e outros males mas... é um genérico e, se acredita, como noutros países, que tem o mesmo efeito, então tome! Ab initio não fará mal, não se lhe reconhecem contra-indicações!
Gostei de uma frase de um diálogo da “desempregada” Rita Salema:
“- No primeiro mês procuras um emprego na tua área, no segundo mês procuras um emprego numa área que achas que sabes fazer, no terceiro mês procuras qualquer coisa!”
De maneiras que é assim...
Gostei de uma frase de um diálogo da “desempregada” Rita Salema:
“- No primeiro mês procuras um emprego na tua área, no segundo mês procuras um emprego numa área que achas que sabes fazer, no terceiro mês procuras qualquer coisa!”
De maneiras que é assim...
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Com um brilhozinho nos olhos...
Há dias, como consequência de um convite, encontrei-me com uns amigos e com ex-colegas.
Fui vê-los em “Acção”!
De repente voltei atrás, de resto um exercício que faço constantemente com muitas coisas, e senti uma canseira enorme como se andasse a viajar há semanas, um nervosismo como se fosse voltar a falar em público, o stress dos computadores e do “piarpoint” que não corre em condições, etc etc etc...
Como escrevi no blog da Vespa, passaram-me tantos risos e gargalhadas pela cabeça... Adorei voltar a senti-los!
No fim, foi como se voltasse a arrumar o computador, a pegar na pasta para sair da sala... só que desta vez não foi para nenhum quarto de hotel nem para voltar amanhã... desta vez saí a pé e “com um brilhozinho nos olhos”!
De maneiras que é assim...
Fui vê-los em “Acção”!
De repente voltei atrás, de resto um exercício que faço constantemente com muitas coisas, e senti uma canseira enorme como se andasse a viajar há semanas, um nervosismo como se fosse voltar a falar em público, o stress dos computadores e do “piarpoint” que não corre em condições, etc etc etc...
Como escrevi no blog da Vespa, passaram-me tantos risos e gargalhadas pela cabeça... Adorei voltar a senti-los!
No fim, foi como se voltasse a arrumar o computador, a pegar na pasta para sair da sala... só que desta vez não foi para nenhum quarto de hotel nem para voltar amanhã... desta vez saí a pé e “com um brilhozinho nos olhos”!
De maneiras que é assim...
Por Trás-os-Montes

Um “bote”, um GPS, dois mapas e um misto de todos! Éramos cinco, portanto.
Um conduzia o “bote”, o outro era expert no GPS, duas andavam às voltas com o mapa e outra dava palpites tentando conjugar todos os anteriores.
O rumo era Trás-os-Montes mas nada estava programado. A ideia surgiu há umas semanas. Não fizémos grandes planos mas encontramo-nos algumas vezes para combinar, para nós tudo é motivo para nos encontrarmos! A única certeza que tínhamos era ter que arranjar um hotel com garagem para o “bote”, coitadinho do “bote”... sujeito ao carjacking. Se fosse a minha “farronca” ninguém lhe tocava!
Eu fiquei “encarregue” do alojamento nos sítios onde íamos pernoitar. Na Guarda saí-me bem... já em Mirandela nem por isso. Prova superada pelos dois restaurantes por mim sugeridos também, uma gaja não é perfeita!! ;)
Para abreviar os mais de 1000 Kms: Lisboa, Constância (quase igual ao que estava há uns anos atrás mas agora em tons de ainda melhor!), D. João Pinhão, Guarda, Residencial Santos, Ponto G e outro que não me lembro, Figueira de Castelo Rodrigo, Barca d’Alva, Parque Natural do Douro Internacional, Vila Flôr, Mirandela, A Adega, Rio Tua, Parque Natural de Montesinho, Bragança, Gimonde, D. Roberto, Casa do Bísaro, Rio de Onor, um bocadinho de Espanha, Vinhais, Lamego e Lisboa.
No meio de tantos nomes, a fazer-se notar Gimonde mais propriamente o restaurante D. Roberto e a Casa do Bísaro. Sugestão da “gorda”... e que sugestão! Há muito tempo que não comia tão bem e... tanto! Só de falar já estou a salivar. Melhor que falar, é melhor dar uma espreitadela a www.amontesinho.com.
Tudo o resto foi do best: T. que não pára de berrar aos meus ouvidos, de cantar, de reclamar a velocidade, a segurança, de ralhar com A. porque não pára de olhar para o GPS e não aprecia a paisagem, avisa quando há “bichos” e outras coisas nas serras e montes e aldeias como se não olhássemos para a paisagem!! LOL. Troquei de lugar com A., já tinha o tímpano esquerdo a rebentar!
Pa. vai dizendo as suas piadas com o seu humor fantástico, Pe. conduz o “bote”, vai para onde nós queremos na calma que o caracteriza, acompanha o humor de Pa.. A. é dotado de uma paciência e calma...jogam bem com a viveza e o ritmo frenético de T.
Foram mais de 1000 Kms de risada, cantorias e conversas mais sérias... foram mais de 1000 Kms de boa disposição... foram mais de 1000 Kms muito bem passados.
Venham mais outros 1000!
sábado, 12 de abril de 2008
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Viver à séria O Sexo e a Cidade...ou pelo menos a cidade!

A ideia pode ter a sua piada para quem goste da série, para quem queira conhecer Manhattan, para quem tenha pouco mais de 15 mil euros e ainda para quem goste de “luxo”. Eu gosto da série e gostava de conhecer Manhattan!
O que uma agência de viagens promove às fãs da série é, nada mais nada menos, viver como as personagens da mesma. E isto traduz-se em: comprar roupa e sapatos nas melhores lojas, ser massajada em spas, andar de limusine pela cidade, jantar nos restaurantes da moda onde toda a gente está a tentar conseguir lugar.
Este é o programa comum das quatro amigas mas a coisa não fica por aqui!
Têm ainda a vantagem de poder “vestir a pele” da sua personagem preferida. Eis as opções:
a) As “Charlottes” irão à Tiffany’s e a galerias de arte;
b) As “Samanthas” poderão ir visitar uma famosa sex shop do Soho;
c) As “Mirandas” podem fazer exercício no Central Park;
d) As “Carries” têm a oportunidade de conhecer as lojas dos novos estilistas.
Quase que aposto qual é a preferida da maioria!
Só um pequeno pormenor: será que a agência só se lembrou de proporcionar às fãs as (des)aventuras sexuais das senhoras?!
Volto a dizer que gosto da série e da ideia....só espero que a agência se lembre de outras séries/filmes que já nos passaram pelos olhos... Imaginem, por exemplo, o que seria conhecer os locais de O Senhor dos Anéis?!
De maneiras que é assim...
quinta-feira, 3 de abril de 2008
O amor em tempos de cólera
É uma adaptação de O amor em tempos de cólera do Gabriel García Márquez.
“Bref”, como dizem os franceses, não vale a pena estar aqui a falar do filme …de uma coisa temos a certeza, fala de amor e de cólera. Já não é mau…o Boris Vian escreveu O Outono em Pequim e nada tinha a ver com Outono e muito menos com Pequim!
A primeira verdade é que esta foi a primeira vez que li um livro e depois vi o filme…não gosto muito de ler/ver a mesma coisa (ainda que adaptado) duas vezes. Há tanta coisa nova para aprender…
A segunda verdade é que já li o livro há tantos anos que não me lembro muito bem de uma série de coisas…Pensava que ia aprender mais sobre a Colômbia no século XIX mas… deu pelo menos para ver a fotografia que, não sendo nada de especial, não é “de se deitar fora”!
Agora, o que me apetece mesmo dizer é que nunca mais vou à sessão das 21h ou coisa que o valha. É que atrás de mim ficaram umas meninas cujos pais se enganaram ao acharem que elas eram suficientemente crescidas para irem ao cinema sozinhas e a outra sessão que não as matinées! Não paravam de comentar o filme e tentar antever o que iria acontecer, que é uma coisa que me irrita. Depois riam de algumas cenas mais “nuas” e, não contentes com isto, acompanhavam a banda sonora do filme com umas “pancadinhas” no chão ou, pior ainda, com os pés irrequietos nas costas das cadeiras.
“Zut”, outra expressão francesa, tive que me virar para trás e fazer cara de má! E mesmo assim aguentei quase até meio do filme mas…a coisa estava insuportável.
Tinha a esperança de que dessem conta que estavam a incomodar os outros espectadores mas também não sei se não havia uma pontinha de receio… sei lá eu se aquela gente não tem quaisquer problemas em fazer um escândalo em pleno cinema ou mandar-me para um lado qualquer?! E eu não sou de escândalos….nem de violência…mas nos dias que correm…
Detesto pessoas que não se sabem comportar.
De maneiras que é assim…
“Bref”, como dizem os franceses, não vale a pena estar aqui a falar do filme …de uma coisa temos a certeza, fala de amor e de cólera. Já não é mau…o Boris Vian escreveu O Outono em Pequim e nada tinha a ver com Outono e muito menos com Pequim!
A primeira verdade é que esta foi a primeira vez que li um livro e depois vi o filme…não gosto muito de ler/ver a mesma coisa (ainda que adaptado) duas vezes. Há tanta coisa nova para aprender…
A segunda verdade é que já li o livro há tantos anos que não me lembro muito bem de uma série de coisas…Pensava que ia aprender mais sobre a Colômbia no século XIX mas… deu pelo menos para ver a fotografia que, não sendo nada de especial, não é “de se deitar fora”!
Agora, o que me apetece mesmo dizer é que nunca mais vou à sessão das 21h ou coisa que o valha. É que atrás de mim ficaram umas meninas cujos pais se enganaram ao acharem que elas eram suficientemente crescidas para irem ao cinema sozinhas e a outra sessão que não as matinées! Não paravam de comentar o filme e tentar antever o que iria acontecer, que é uma coisa que me irrita. Depois riam de algumas cenas mais “nuas” e, não contentes com isto, acompanhavam a banda sonora do filme com umas “pancadinhas” no chão ou, pior ainda, com os pés irrequietos nas costas das cadeiras.
“Zut”, outra expressão francesa, tive que me virar para trás e fazer cara de má! E mesmo assim aguentei quase até meio do filme mas…a coisa estava insuportável.
Tinha a esperança de que dessem conta que estavam a incomodar os outros espectadores mas também não sei se não havia uma pontinha de receio… sei lá eu se aquela gente não tem quaisquer problemas em fazer um escândalo em pleno cinema ou mandar-me para um lado qualquer?! E eu não sou de escândalos….nem de violência…mas nos dias que correm…
Detesto pessoas que não se sabem comportar.
De maneiras que é assim…
“Podes falar?”
Ontem, a meio da tarde, telefonou-me uma amiga e com a voz muito baixa e cautelosa pergunta-me: “podes falar?”.
Medo.
Afinal era “só” um problema profissional. Deparou-se com uma situação estranha e embaraçosa que a obrigava a tomar uma posição não muito confortável. Mentir ou omitir? Perdoar ou desculpabilizar? Pois é…é o mundo do trabalho. Todos queremos vencer, para uns não importa a que custo, outros preocupam-se com a ética e com os colegas. Ela foi muito simples na sua decisão: contou a verdade a quem de direito! Raro, hein?!
O que me alegra aqui é saber que ainda existem pessoas que se preocupam com a justiça no trabalho e com aquilo que deve ser feito, responsabilize-se quem se deve responsabilizar, seja isso bom ou mau e doa a quem tiver que doer!
Acho que muito do que falta às empresas em Portugal é isto, não só, mas é muito disto! Fossem todos, ou quase todos, responsáveis, eficientes e com ética e este país dava um grande passo em frente!
Fico ainda mais feliz porque, mais do que serem altos e espadaúdos, bonitos ou feios ou terem outro tipo de atributos físicos, os meus amigos têm este tipo de qualidades…How lucky I am.
De maneiras que é assim…
Medo.
Afinal era “só” um problema profissional. Deparou-se com uma situação estranha e embaraçosa que a obrigava a tomar uma posição não muito confortável. Mentir ou omitir? Perdoar ou desculpabilizar? Pois é…é o mundo do trabalho. Todos queremos vencer, para uns não importa a que custo, outros preocupam-se com a ética e com os colegas. Ela foi muito simples na sua decisão: contou a verdade a quem de direito! Raro, hein?!
O que me alegra aqui é saber que ainda existem pessoas que se preocupam com a justiça no trabalho e com aquilo que deve ser feito, responsabilize-se quem se deve responsabilizar, seja isso bom ou mau e doa a quem tiver que doer!
Acho que muito do que falta às empresas em Portugal é isto, não só, mas é muito disto! Fossem todos, ou quase todos, responsáveis, eficientes e com ética e este país dava um grande passo em frente!
Fico ainda mais feliz porque, mais do que serem altos e espadaúdos, bonitos ou feios ou terem outro tipo de atributos físicos, os meus amigos têm este tipo de qualidades…How lucky I am.
De maneiras que é assim…
terça-feira, 1 de abril de 2008
Meus senhores...
E a pesquisa foi continuando...não encontrei nada do que queria mas vi com cada coisa...
Então não é que num dos sites, após se clicar sobre a imagem (que de resto não aparecia) surge esta mensagem:
"Se for cego ou por algum motivo não consegue ler este código contacte o Administrator para ajuda."
De maneiras que é assim...
Então não é que num dos sites, após se clicar sobre a imagem (que de resto não aparecia) surge esta mensagem:
"Se for cego ou por algum motivo não consegue ler este código contacte o Administrator para ajuda."
De maneiras que é assim...
Se colocas a coisa assim...
Há pouco, num zapping que fazia na net, fui parar inadvertidamente a um link que não tinha nada a ver com a minha pesquisa.
Não pude deixar de fazer copy/paste da frase que o encabeçava:
"Filho é igual a peido, cada um só suporta o seu."
De maneiras que é assim...
Não pude deixar de fazer copy/paste da frase que o encabeçava:
"Filho é igual a peido, cada um só suporta o seu."
De maneiras que é assim...
E esta hein?!
A propósito de um projecto...dizia um dos "projectistas":
“Fico rica a fazer de palhaça e ando eu a perder tempo a ser eficiente e competente”.
É isso mesmo! Quem fala assim...não é de Genebra! :)
“Fico rica a fazer de palhaça e ando eu a perder tempo a ser eficiente e competente”.
É isso mesmo! Quem fala assim...não é de Genebra! :)
Se eu fosse...
Após algumas insistências...eis uma daquelas coisas "chatas". ;)
Se eu fosse um mês, seria Junho.
Se eu fosse um dia da semana, seria uma sexta-feira, ao fim do dia.
Se eu fosse um número, seria o 3.
Se eu fosse uma flor, seria um malmequer.
Se eu fosse uma direcção, seria o Este.
Se eu fosse um móvel, seria uma estante.
Se eu fosse um líquido, seria um sumo natural.
Se eu fosse um pecado, seria a gula.
Se eu fosse um livro, seria o “Livro do Desassossego” do F. Pessoa
Se eu fosse uma pedra, seria uma pedra de calçada.
Se eu fosse um metal, seria alumínio (a sua leveza, condutividade eléctrica, resistência à corrosão e baixo ponto de fusão conferem-lhe uma multiplicidade de aplicações).
Se eu fosse uma árvore, seria um Ginkgo (é uma árvore considerada um fóssil vivo. É símbolo de paz e longevidade, por ter sobrevivido as explosões atómicas no Japão).
Se eu fosse uma fruta, seria um mirtilo.
Se eu fosse um clima, seria Tropical ou Temperado.
Se eu fosse um instrumento musical, seria um instrumento de cordas.
Se eu fosse um elemento, seria Ar.
Se eu fosse uma cor, seria amarelo.
Se eu fosse um animal, seria um cavalo.
Se eu fosse um som, seria o das ondas do mar.
Se eu fosse uma canção, seria “I’m still alive” dos Pearl Jam.
Se eu fosse um perfume, seria o Jaipur Saphir da Boucheron.
Se eu fosse um sentimento, seria Paixão.
Se eu fosse uma comida, seria coelho guisado.
Se eu fosse uma palavra, seria “Música” ou “Fervor”.
Se eu fosse um verbo, seria Viver.
Se eu fosse um objecto, seria um livro.
Se eu fosse uma peça de roupa, seria o meu “top” vermelho.
Se eu fosse uma parte do corpo, seria os olhos.
Se eu fosse uma expressão, seria “Allez!!”.
Se eu fosse um desenho animado, seria a Abelha Maia.
Se eu fosse um filme, seria o “Seven”.
Se eu fosse uma estação, seria a Primavera.
Se eu fosse uma cidade, seria Barcelona ou Paris.
Se eu fosse uma frase, seria “Não sou nada, não posso querer ser nada. À parte isso tenho em mim todos os sonhos do mundo.” (F. Pessoa)
Se eu fosse um mês, seria Junho.
Se eu fosse um dia da semana, seria uma sexta-feira, ao fim do dia.
Se eu fosse um número, seria o 3.
Se eu fosse uma flor, seria um malmequer.
Se eu fosse uma direcção, seria o Este.
Se eu fosse um móvel, seria uma estante.
Se eu fosse um líquido, seria um sumo natural.
Se eu fosse um pecado, seria a gula.
Se eu fosse um livro, seria o “Livro do Desassossego” do F. Pessoa
Se eu fosse uma pedra, seria uma pedra de calçada.
Se eu fosse um metal, seria alumínio (a sua leveza, condutividade eléctrica, resistência à corrosão e baixo ponto de fusão conferem-lhe uma multiplicidade de aplicações).
Se eu fosse uma árvore, seria um Ginkgo (é uma árvore considerada um fóssil vivo. É símbolo de paz e longevidade, por ter sobrevivido as explosões atómicas no Japão).
Se eu fosse uma fruta, seria um mirtilo.
Se eu fosse um clima, seria Tropical ou Temperado.
Se eu fosse um instrumento musical, seria um instrumento de cordas.
Se eu fosse um elemento, seria Ar.
Se eu fosse uma cor, seria amarelo.
Se eu fosse um animal, seria um cavalo.
Se eu fosse um som, seria o das ondas do mar.
Se eu fosse uma canção, seria “I’m still alive” dos Pearl Jam.
Se eu fosse um perfume, seria o Jaipur Saphir da Boucheron.
Se eu fosse um sentimento, seria Paixão.
Se eu fosse uma comida, seria coelho guisado.
Se eu fosse uma palavra, seria “Música” ou “Fervor”.
Se eu fosse um verbo, seria Viver.
Se eu fosse um objecto, seria um livro.
Se eu fosse uma peça de roupa, seria o meu “top” vermelho.
Se eu fosse uma parte do corpo, seria os olhos.
Se eu fosse uma expressão, seria “Allez!!”.
Se eu fosse um desenho animado, seria a Abelha Maia.
Se eu fosse um filme, seria o “Seven”.
Se eu fosse uma estação, seria a Primavera.
Se eu fosse uma cidade, seria Barcelona ou Paris.
Se eu fosse uma frase, seria “Não sou nada, não posso querer ser nada. À parte isso tenho em mim todos os sonhos do mundo.” (F. Pessoa)
sábado, 29 de março de 2008
A Gorda

E porque ontem foi dia dele, lá fomos ao teatro.
Num Villaret remodelado, assistimos a uma comédia com muitas calorias!
Resumindo a história da coisa: uma mulher e um homem encontram-se num restaurante. Ela (Carla Vasconcelos), uma jovem de muito peso, come uma pizza. Ele (Ricardo Pereira), um jovem magro, come uma salada. No entanto, entre estas duas pessoas tão diferentes dá-se um entendimento imediato, nasce uma grande empatia e o namoro, inevitável, começa. O problema surge quando Tomás apresenta a sua companheira aos seus amigos, Castro e Joana. Aí tem de se confrontar com os preconceitos que a sociedade contemporânea, obcecada pela imagem, tem relativamente às pessoas que fogem aos padrões de beleza.
Faltou-lhes “colar” mais um bocadinho os diálogos, agarrar bem as deixas…também só estrearam há dois dias…Depois, aquele que todos queriam ver, o Ricardo Pereira, estou em crer que se “safa” melhor nas telenovelas do que no teatro, muito estilizado, nada natural…mas, independentemente de ser nas novelas ou no teatro, muito giro!!
Muito bem estavam o “Castro” e a “Gorda”, não sei qual o percurso deles mas tiveram muita piada, e não tinha a ver com o texto, mas com a própria interpretação.
A adaptação da peça (originalmente canadiana) à realidade portuguesa é que teve um ou outro desacerto…e a música chega a ser roçar o irritante, às vezes até está presente onde, me parece a mim, nem deveria estar.
Não muito bem esteve o “fim”, muito dramático, enjoativo…quase que parecia uma declamação de um qualquer poema. E depois, para se concluir a moral da história não era preciso dizer tudo com as letras todas, sobretudo para ver se puxa “ao sentimento”, um bocadinho descontextualizado do ritmo da peça.
Quem vai ver, sai de lá em tons de bem disposto e isso é que é importante!
Houve duas citações de que gostei particularmente:
“- Olha…
- Nunca, se deve começar uma conversa com “olha”.
- Então: ouve…”
“Estou farta de ficar sempre com o Prémio de Consolação!”
De maneiras que é assim…
sexta-feira, 28 de março de 2008
quinta-feira, 27 de março de 2008
Dia Mundial do Teatro

Para mim, uma das melhores artes...sabe-me bem ver teatro!
Hoje, porque é o dia dele, não faltam as peças gratuitas...não se esqueçam é de chegar com a devida antecedência para terem lugar na sala!
Já agora a sugestão de um dos café-teatro que mais gosto, muito agradável a qualquer hora do dia, mas só desde que o Diogo Infante lhe "tocou". Passem por lá: http://www.teatromariamatos.egeac.pt/
quarta-feira, 26 de março de 2008
terça-feira, 25 de março de 2008
Grão a grão…
Numa tarde soalheira, eu e a minha mãe, dávamos dois dedos de conversa numa esplanada em Belém. Queríamos tomar café e sentámo-nos numa esplanada meio-cheia e meio-vazia. Eis que, em tons de brasileiro, vem a rapariga que serve à mesa:
- Boa tarde, de desejam?
- Boa tarde. São dois cafés por favor.
- Ah, só dois cafés não servimos.
- Como?
- É, tem de ser acompanhado de um bolo ou então uma bebida.
Aqui já estávamos na fase do “será que ouvi bem??”. É que nenhuma de nós estava propriamente com apetite para bolos… mas ainda assim:
- Então podem ser dois cafés e um pastel de nata.
- Ah, não pode ser pastel de nata. Tem de ser um bolo de fatia: brigadeiro, cheesecake… Ou então uma bebida.
- Pronto, então traga, por favor, os dois cafés e uma garrafa de água.
- Ah, não pode ser não. Tem de ser um “drink”.
Começava a fase do “mas isto não será um abuso??”. Então mas querem-me impingir um bolo que não me apetece comer e uma bebida que não me apetece beber?
A verdade é que não nos apetecia nada, só café mesmo!
De maneiras que perguntámos:
- Só queríamos café…assim vamos ter que ir embora, certo?
- Não, senhoras, podem ficar.
Eu olhei para a minha mãe e soltámos uma gargalhada enquanto a rapariga se afastava.
Então mas pode lá ser verdade??
Primeiro, quase que nos obrigam a comer e a beber só para largar uma “nota” preta por uma coisa de que não temos vontade mas depois deixam-nos ficar ali, sem consumir absolutamente nada mas preferem isso a ganhar €2 com cafés….
Será isto normal?!
Saberão eles que “grão a grão enche a galinha o papo”?
De maneiras que é assim…
- Boa tarde, de desejam?
- Boa tarde. São dois cafés por favor.
- Ah, só dois cafés não servimos.
- Como?
- É, tem de ser acompanhado de um bolo ou então uma bebida.
Aqui já estávamos na fase do “será que ouvi bem??”. É que nenhuma de nós estava propriamente com apetite para bolos… mas ainda assim:
- Então podem ser dois cafés e um pastel de nata.
- Ah, não pode ser pastel de nata. Tem de ser um bolo de fatia: brigadeiro, cheesecake… Ou então uma bebida.
- Pronto, então traga, por favor, os dois cafés e uma garrafa de água.
- Ah, não pode ser não. Tem de ser um “drink”.
Começava a fase do “mas isto não será um abuso??”. Então mas querem-me impingir um bolo que não me apetece comer e uma bebida que não me apetece beber?
A verdade é que não nos apetecia nada, só café mesmo!
De maneiras que perguntámos:
- Só queríamos café…assim vamos ter que ir embora, certo?
- Não, senhoras, podem ficar.
Eu olhei para a minha mãe e soltámos uma gargalhada enquanto a rapariga se afastava.
Então mas pode lá ser verdade??
Primeiro, quase que nos obrigam a comer e a beber só para largar uma “nota” preta por uma coisa de que não temos vontade mas depois deixam-nos ficar ali, sem consumir absolutamente nada mas preferem isso a ganhar €2 com cafés….
Será isto normal?!
Saberão eles que “grão a grão enche a galinha o papo”?
De maneiras que é assim…
Nem sei que título dar…
Devo dizer que é sob pressão que escrevo este post!
Podia dizer muita coisa mas só me ocorre roubar uma “Private Joke”:
…
Eu sem ti, quem era eu sem ti?
…
Eu sei que a minha “reputação” (lolol) vai ficar manchada mas…foi um presente de aniversário…elas mereciam!
A propósito, mãe e tia, muitos anos de vida…mas menos chatinhas pode ser?! Lol
Também já não vão para novas… lol
Aquele beijo e aquele abraço!
De maneiras que é assim…
Podia dizer muita coisa mas só me ocorre roubar uma “Private Joke”:
…
Eu sem ti, quem era eu sem ti?
…
Eu sei que a minha “reputação” (lolol) vai ficar manchada mas…foi um presente de aniversário…elas mereciam!
A propósito, mãe e tia, muitos anos de vida…mas menos chatinhas pode ser?! Lol
Também já não vão para novas… lol
Aquele beijo e aquele abraço!
De maneiras que é assim…
Que farei com este livro?

Não sei mas não faria uma peça de teatro tão longa…
Meus senhores, mais de 2h30 é obra…mas pode não ser uma boa obra!
Com alguns actores bons mas que deixaram cair uma ou outra “nódoa” naquele pano. Só desculpável por ser o último dia que estava em cena e o cansaço já devia ser mais que muito.
Mas gostei, não fiquem a pensar que não…podia era ter gostado mais se fosse menos 1h de espectáculo!
Ah, cumpre dizer que foi uma peça adaptada de um livro do Saramago. De resto, uma boa crítica: os bons autores portugueses (neste caso, a Luís de Camões), e outros que tais, que não conseguem ver a sua obra publicada ou acerca da dificuldade que enfrentam para a publicar. Depois espantam-se quando somos reconhecidos “lá fora”!
De maneiras que é assim…
quinta-feira, 20 de março de 2008
Gosto tanto dele, benza-o Deus!!
«Governo vai dar tolerância de ponto aos funcionários públicos durante o período da tarde de Quinta-feira Santa, 20 de Março, de acordo com um despacho publicado hoje no Diário da República.
O despacho, assinado pelo primeiro-ministro, José Sócrates, justifica a decisão com a "tradição existente no sentido da concessão de tolerância de ponto nos serviços públicos não essenciais na época da Páscoa".
O despacho, datado de 10 de Março, precisa que a tolerância se destina aos funcionários e agentes do Estado, dos institutos públicos e dos serviços desconcentrados da administração central.»
De maneiras que é assim...
O despacho, assinado pelo primeiro-ministro, José Sócrates, justifica a decisão com a "tradição existente no sentido da concessão de tolerância de ponto nos serviços públicos não essenciais na época da Páscoa".
O despacho, datado de 10 de Março, precisa que a tolerância se destina aos funcionários e agentes do Estado, dos institutos públicos e dos serviços desconcentrados da administração central.»
De maneiras que é assim...
A Fábrica de Nada pelos Artistas Unidos

Muito bom! Um musical bem conseguido (e eu que não gosto de musicais), cheio de humor, uma história com princípio, meio e fim. Um pouco do retrato dos novos dias, um exemplo de "não-inércia" dos trabalhadores que produzem sempre alguma coisa...mesmo que seja NADA! Este último não é dos nossos dias mas....podia ser!
Tem a vantagem de ser uma peça simples, sem pretenciosismos e com, pelo menos, três bons actores, ou não fossem eles uns Artistas...Unidos!
Quem não viu...também já não vai ver...mas é pena...
De maneiras que é assim...
It Lux nice!!

Uma barreira de cordas em forma de labirinto (tipo check-in de aeroporto), um foco de luz que chega a aquecer mesmo numa noite fria e cerca de 2m de altura são as “barreiras” a contornar antes de entrar na discoteca Lux.
Deixem-me só dizer que os 2m são 2m de mulher, vestida com um casaco de penas (pudera, com o frio que estava), de sapatos com algum salto (mas pouco), um cabelo saído do cabeleireiro e um ar chic….Por baixo de tudo isto costumava estar uma mulher que se vestia de camisola de alças, de resto o mais apropriado para servir caipirinhas de saké no meio do Bairro Alto!! A equipa do Frágil quis fazer jus à canção e mudou o porteiro pela porteira! Agora toda a gente canta “Eu quero ir ao Lux sexta-feira, eu quero ser amigo da porteira…”
Mas adiante…
Num espaço ligeiramente remodelado (talvez não de agora mas….há algum tempo que não ia lá), com boa música, dão-se dois dedos de conversa e ao mesmo tempo permitimos que o corpo se extravase em movimentos!
Não vale a pena descrever o espaço….não mudou assim tanto….
A ideia é ir cedo….aproveitamos como se de um bar se tratasse só que temos uma grande oferta de “camas”, paisagem e podemos estar no terraço a gozar o momento. E o momento pode ser qualquer coisa: as estrangeiras que tiram fotografias dentro de um sapato gigante, o casal do lado que está a rebentar de fervor, fumar um cigarro e ver a paisagem ou simplesmente desfrutar da companhia dos amigos com quem estás.
A música é boa mas quase “desconhecida” (no sentido em que está bem misturada pelo DJ), não tem letra, nem sequer dá para trautear…o bom mesmo é dançar….como se se estivesse sob o efeito de alguma coisa mas não estando…ninguém repara, todos dançam assim, às vezes sem o mesmo ritmo da música…gosto de poder fazer com o corpo uma coisa qualquer como se estivesse desmembrada….a música parece que entra no corpo e não nos deixa parar...não todas as vezes mas gosto desta “onda”.
É que é um espaço onde temos de tudo…meninas com collants aos losangos, calções aos quadrados e camisa às riscas….a mesma que se senta com o namorado numa cama e “namora” como se estivesse num sítio mais privado…mas também temos o “estiloso” (ou o que tem a mania que é) que é aquele que pede uma garrafa de champagne para beber no meio de uma discoteca que é o mesmo que usa o “cabelo à Santana Lopes” (como disse o meu amigo assim que o viu) e o mesmo que se bamboleia com ar de “eu sou bom” e se “baba” para uma ou outra “bifa”. Temos ainda os “para-normais”, normalmente vestidos, calça de ganga, “téne”, ou sandalete (para elas) uma camisa “não-clássica” ou um top underground e, claro está temos os fashion com calças e saias nunca vistas, super radicais, com os cabelos penteados pela Maria (que penteia muito bem mas muito cara!!) e com as narinas dilatadas e que correm de 30 em 30m para o WC.
E por fim temos os outros, os “nós” que não são nem uns nem outros ou são um bocadinho de uns e de outros….quer dizer, menos daquela vestida de losangos, quadrados e riscas!!
Independentemente de quem sejam e do como estão vestidos, que isso a nós não nos interessa, vamos todos ao mesmo…ou quase todos!
Bem agradável uma noite no Lux…
quarta-feira, 5 de março de 2008
terça-feira, 4 de março de 2008
Carnaval Madrileño
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